Em 2005 foi Romeu no Drama Romeu e Julieta de Shakespeare. Esteve em Palco ao lado de Carla Chambel, que deu vida a Julieta, para alem de Diogo Infante e Gonçalo Waddington.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Romeu e Julieta
Em 1996 o Marco esteve em Londres a estudar Shakespeare.
Em 2005 foi Romeu no Drama Romeu e Julieta de Shakespeare. Esteve em Palco ao lado de Carla Chambel, que deu vida a Julieta, para alem de Diogo Infante e Gonçalo Waddington.
Em 2005 foi Romeu no Drama Romeu e Julieta de Shakespeare. Esteve em Palco ao lado de Carla Chambel, que deu vida a Julieta, para alem de Diogo Infante e Gonçalo Waddington.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Entrevista ao Jornal de noticias sobre o filme 20,13 O Purgatorio
JN | A sua personagem é central na trama de "20,13". Como é que foi ter um filme desta dimensão em cima dos ombros?
Marco d'Almeida | Na altura, senti que era um trabalho de grupo, não senti toda essa responsabilidade. Preocupei-me com o trabalho da relação do alferes Gaio com cada um dos outros, tendo em mente que ele um pouco 'outsider' com ideologia própria - não vive na caserna, não tem mulher lá dentro.
Como decorreu a rodagem?
O ambiente foi excepcional. Havia um ambiente de grupo e eu quase tinha de me distanciar em relação a eles. A personagem pedia isso.
Como foi trabalhar com armas?
Há um primeiro lado de brincadeira, o lado da ficção. Para nós, fazer um filme desta natureza, não é usual. Pegar em G-3, em canhões... Havia esse lado de putos a brincar com armas. Durante o treino foi tudo muito engraçado. Depois o filme começou a ganhar espessura.
Houve alguma cena perigosa?
Houve algumas situações de perigo, perigo calculado. Mas houve situações reais. O treino com dois oficiais demorou sete dias. No princípio foi uma brincadeira, mas ao segundo dia tive logo de comandar a companhia e já estava a gritar com eles todos. Ao terceiro dia já ninguém me podia ver à frente.
Onde foi buscar inspiração para compor a personagem?
Quando li o argumento achei que todas as outras personagens estavam mais bem definidas, ao nível dos conflitos. Depois houve um trabalho mútuo e progressivo, de o ir enchendo. É uma personagem subtil, contida, o que lhe deu um lado humano, muito mais diverso.
Qual a sua relação com a época?
Sou de Moçambique. Nasci uma semana antes da guerra rebentar e vivi lá até 1980. Lembro-me de histórias - o meu pai e o meu tio estiveram na guerra colonial. Mas não me quis basear nisso. As histórias que há de família são muito concretas, como quando íamos a Mueda e víamos camiões a arder.
Qual acha que é a importância de um filme como este?
Não acho que estejamos a lidar com fantasmas. Nesta história a guerra é um pano de fundo para uma investigação. De repente, parece que não passámos por aquilo. Quando se fala com a malta mais nova, não sabem que Portugal mandou soldados para a guerra. E não foi assim há tanto tempo... A guerra colonial devia estar mais presente em nós, não só no cinema.
Marco d'Almeida | Na altura, senti que era um trabalho de grupo, não senti toda essa responsabilidade. Preocupei-me com o trabalho da relação do alferes Gaio com cada um dos outros, tendo em mente que ele um pouco 'outsider' com ideologia própria - não vive na caserna, não tem mulher lá dentro.
Como decorreu a rodagem?
O ambiente foi excepcional. Havia um ambiente de grupo e eu quase tinha de me distanciar em relação a eles. A personagem pedia isso.
Como foi trabalhar com armas?
Há um primeiro lado de brincadeira, o lado da ficção. Para nós, fazer um filme desta natureza, não é usual. Pegar em G-3, em canhões... Havia esse lado de putos a brincar com armas. Durante o treino foi tudo muito engraçado. Depois o filme começou a ganhar espessura.
Houve alguma cena perigosa?
Houve algumas situações de perigo, perigo calculado. Mas houve situações reais. O treino com dois oficiais demorou sete dias. No princípio foi uma brincadeira, mas ao segundo dia tive logo de comandar a companhia e já estava a gritar com eles todos. Ao terceiro dia já ninguém me podia ver à frente.
Onde foi buscar inspiração para compor a personagem?
Quando li o argumento achei que todas as outras personagens estavam mais bem definidas, ao nível dos conflitos. Depois houve um trabalho mútuo e progressivo, de o ir enchendo. É uma personagem subtil, contida, o que lhe deu um lado humano, muito mais diverso.
Qual a sua relação com a época?
Sou de Moçambique. Nasci uma semana antes da guerra rebentar e vivi lá até 1980. Lembro-me de histórias - o meu pai e o meu tio estiveram na guerra colonial. Mas não me quis basear nisso. As histórias que há de família são muito concretas, como quando íamos a Mueda e víamos camiões a arder.
Qual acha que é a importância de um filme como este?
Não acho que estejamos a lidar com fantasmas. Nesta história a guerra é um pano de fundo para uma investigação. De repente, parece que não passámos por aquilo. Quando se fala com a malta mais nova, não sabem que Portugal mandou soldados para a guerra. E não foi assim há tanto tempo... A guerra colonial devia estar mais presente em nós, não só no cinema.
sábado, 2 de maio de 2015
Questionario Intimo
Em Questionario Intimo, José Alberto Carvalho, fica a conversa com um convidado por semana na TVI 24.
Esta semana foi a vez do Marco, falar sobre si no programa.
Questionario Intimo, Episodio 9.
Esta semana foi a vez do Marco, falar sobre si no programa.
Questionario Intimo, Episodio 9.
terça-feira, 28 de abril de 2015
Apresentaçao a Imprensa da nova novela da TVI, Santa Barbara
A TVI apresentou hoje a sua nova produção oficialmente a imprensa, a novela Santa Barbara.
O Evento realizou-se no Restaurante Petit Palais by Olivier.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Coisa ruim
Participou no primeiro filme de terror português, "Coisa Ruim". (2006)
Realizado por Tiago Guedes e Frederico Serra, com argumento do Jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho, contou com um elenco muito bem escolhido como Manuela Couto e Adriano Luz.
O filme teve muito boas criticas dos amantes desta forma de ficção.
Conta a historia de uma família Lisboeta que se muda para a aldeia. A mudança é complicada para todos, e torna-se ainda mais, quando na casa que habitam começam a acontecer coisas estranhas.
Realizado por Tiago Guedes e Frederico Serra, com argumento do Jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho, contou com um elenco muito bem escolhido como Manuela Couto e Adriano Luz.
O filme teve muito boas criticas dos amantes desta forma de ficção.
Conta a historia de uma família Lisboeta que se muda para a aldeia. A mudança é complicada para todos, e torna-se ainda mais, quando na casa que habitam começam a acontecer coisas estranhas.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Tempo de viver
Foi com a trama de grande sucesso de Rui Vilhena, que o Marco participou com um papel de mais destaque numa novela.
O personagem Gonçalo, par romantico de Raquel (Maria Joao Bastos), foi o escolhido pelo autor para ser o temido e misterioso Tubarao.
A quimica que havia entre os dois, levou a imprensa cor de rosa a publicar varias noticias que ambos eram um casal muito para alem das camaras de televisão. As noticias nunca foram confirmadas por nenhum dos envolvidos, nem alguma vez se mostraram ao publico num comportamento típico de casal. No entanto as noticias levaram fás e românticos a sonhar que as noticias seriam verdade.
Ninguem do elenco sabia quem tinha sido o escolhido para Tubarão. No ultimo episódio toda a equipa se juntou em casa de José Wallenstein para assistir ao final.
Numa entrevista o Marco confessou que ao ver o final, pensou: "Pronto, agora ja não posso sair a rua".
Numa entrevista o Marco confessou que ao ver o final, pensou: "Pronto, agora ja não posso sair a rua".
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